quinta-feira, 22 de março de 2012

NOSSA HISTÓRIA É UMA FARSA

NOSSA HISTÓRIA É UMA FARSA
Desde o começo a história do Brasil é contada de forma inverossímil. Diz ela que Cabral ficou parada por conta da calmaria, acabou desviando a rota e bateu na costa brasileira. Na verdade ele veio com os navios cheios de presentes para dar aos índios, pois, Américo Vespúcio já havia passado por aqui dez anos antes. Por que será que o nome do continente chama-se América?
Dom João VI decidiu instalar-se no Brasil. A história devia dizer que ele teve que fugir de Portugal porque a Espanha estava prestes a dominar seu território.
Chegando aqui, entre outras obrigações – entenda-se obrigação na acepção da palavra – viu-se forçado a abrir os portos para que a Inglaterra pudesse vender aqui seus produtos e levar daqui o que bem lhe conviesse, isso por conta dívida que Portugal tinha com o Reino Unido.
Um escravo fugidio, por nome Zumbi, construiu um forte em Palmares e começou a agir como seus conterrâneos do outro lado do mar: Invadia as vilas próximas, saqueava, estuprava as mulheres, fazia escravos os prisioneiros e mantinha-os sob um regime brutal. Quem fugisse era caçado e morto pelos seus capitães do mato e os que bem comportassem eram negociados com quem precisasse de escravos. Nos anos 70/80 do século passado os historiadores de tendência comunista inventaram a história do Zumbi justiceiro e de Palmares exemplo de comunidade comunista. Não era nada disso.
Mais à frente a princesa Isabel libertou os escravos e ninguém fala do acordo que ela havia feito com a Itália para a vinda de imigrantes de lá. Para os fazendeiros foi um grande negócio, eles eram obrigados a manter em seus domínios os escravos nascidos após a Lei do Ventre Livre, assim como, os com mais de sessenta anos, por conta da Lei dos Sexagenários. Os italianos seriam empregados com salários de fome e se não trabalhassem eram dispensados. Os negros foram jogados na estrada sem nenhuma contrapartida – sorte que se tornaram artesões de primeira qualidade, marceneiros, alfaiates, jardineiros, etc. – sorte, também aos italianos que logo descobriram que não era difícil comprar uma área e fazer a própria plantação, daí a grande quantidade de italianos proprietários de fazendas de café.
Lampião foi bandido, ladrão, sequestrador, estuprador, ruim que só o diabo, no entanto, desde os anos 70/80, os mesmos historiadores, estão tentando endeusar esse larápio, sua amante Maria Bonita e seus comparsas.
Desde meados dos anos 50, exemplificados em Juscelino e Jango, os comunistas do Brasil começaram a fazer seus movimentos. Infiltraram-se nos sindicatos, aliás, a exemplo de hoje, havia sindicato para tudo, até para Cortador de Cana com o Braço Esquerdo e começaram achar que era possível instalar o regime aqui. Com a renúncia de Jânio e ascensão de Jango o movimento criou força. Nasceram as mais variadas siglas e quem viveu se lembra, desde o início do ano de 62 já praticavam roubos à bancos e faziam incursões onde matavam e assaltavam, culminando com a morte do soldado Mário Kozel Filho. Nunca foi dito uma única vez a palavra democracia, pois queriam mesmo era estabelecer o comunismo, daí o motivo dos ataques às bases de quarteis. A morte de Kozel foi a gota d’água e foi instalado o malfadado AI5. Duro, mas necessário. Sem uma lei de exceção não havia como parar aqueles tresloucados insanos. Agora mudaram a história e os terroristas são todos uns anjinhos, uma doçura de pessoas que não estavam fazendo nada e foram levadas aos cárceres de forma violenta e tratados com animais. Os historiadores atuais não contam que esses coitadinhos matavam, assaltavam, tiravam o sossego da sociedade e que tanto fizeram que receberam o que pediram.
Chega de mentiras. Chega de historia politicamente correta. Chega de ódio.
SE necessário forneço a bibliografia.

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